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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Amores de Verão

Duas pessoas, um só momento. Quatro pés enterrados na areia, duas mãos entrelaças pela força de um amor de Verão. Um par de sorrisos cúmplices e gargalhadas sem fim. Passeios  à beira mar, jantares à luz das velas. Manhãs passadas a dormir, tardes repletas de aventuras. Serões mágicos com a companhia das maiores constelações. Um pouco de tudo e de nada, um pouco de emoção, um pouco de compreensão. Muita paixão. Um amor sem fim, uma vida por percorrer. Praias onde querem deixar pegadas, bosques onde querem ouvir a Natureza a apadrinhar aquela relação. Sonhos a dois, futuro acompanhado. Vontade de querer sempre mais, querer melhor, querer ficar. O medo de acabar, de ter que ir embora. A obrigação em ser-se feliz quando se tem tudo, a dedicação permanente para que cada dia não seja mais um. A força que o sorriso de um tem para o outro, o torbulhão de semtimentos que causa um leve toque de lábios. Querer sempre mais, querer melhor. A vontade de serem um só, de se completarem, de se ajudarem. O medo de acabar, de ter que ir embora. Tudo isto, muitas vezes, muitas horas, muitos minutos. O Verão não dura para sempre. Mas eles queriam ficar juntos até ao fim, como se soubessem que só duraria três meses. Os melhores três meses do ano, da vida de cada um. Sentir a liberdade, a falta de rotina, o verdadeiro significado do amor. Da paixão. De tudo aquilo que é invisível e só apaixonados viam. Um monte de histórias para contar (...) duas pessoas.

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