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sábado, 19 de maio de 2012

Carta para o meu príncipe imaginário

"Porque moras tão longe? Porque te afastas sempre que estamos perto? Porque te escondes e não tentas que te procure? Porque me ofereceres aquilo que não podes dar? Porque te aproximas e depois me impedes de avançar? Porque não podes simplesmente mudar-te para aqui, para ao pé de mim? Qual era o problema de abandonares tudo, de te afastares de toda gente? Eu não valho apena? Achas que não consegui preencher o teu coração? Tens medo de arriscar? Não gostas o suficiente de mim? Achas que te iria abandonar? Deixar-te sozinho?
Pensas que não sofro por não te puder ouvir a tua voz? Por não te ver sempre que preciso de um sorriso? Achas que para mim isto é fácil? Pensas que aguentarei para sempre a tua ausência? Como eu te amo, meu amor. Como eu quero que tudo isto corra bem, como eu gostava de te ter, de saber que me queres realmente.
Vem para junto de mim, por favor. Vou preparar tudo, vou te arranjar uma cama, algo para vestires, para comeres. Arranjo-te o que fazer, onde ficar quando tiver que me ausentar. Vai correr tudo bem, eu prometo-te, sim? Vem rápido..."


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